Produção de cana aparece associada ao trabalho escravo, trabalho infantil e à repressão ao movimento sindical
O Departamento de Estado americano faz quatro menções negativas à produção de cana-de-açúcar no Brasil em seu relatório anual sobre direitos humanos, o que tende a prejudicar os esforços da indústria de etanol para derrubar as barreiras tarifárias para exportar o produto aos EUA. A produção de cana aparece associada ao trabalho escravo, trabalho infantil e à repressão ao movimento sindical. São duas menções ao problema do trabalho escravo, uma de forma genérica e uma referência indireta, sem citar o nome, à Cosan. A produção de café e de algodão desapareceram do relatório.
Fonte: Valor Econômico
quinta-feira, 18 de março de 2010
EUA criticam produção de cana no Brasil
Postado por
Maíra
às
08:44
Marcadores: Meio Ambiente, Trabalho Decente
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